Antivirus corporativo

A era digital está fazendo com que as empresas incorporem, cada vez mais, novos recursos tecnológicos para a otimização do trabalho. O uso de softwares como ferramenta de gestão de processos está ficando mais comum. No entanto, essa prática aumenta a dependência da tecnologia, e as corporações ficam à mercê de ataques virtuais.

Para evitar esse tipo de ataque e proteger o seu negócio, o uso do antivírus corporativo se torna uma ferramenta essencial. Pensando nisso, este post falará sobre as ameaças virtuais e a importância do antivírus corporativo para a sua empresa. Quer aprender mais sobre o assunto? Então, continue conosco até o final!

 

Ameaças virtuais

Para ilustrar a importância dos antivírus, é preciso entender um pouco sobre as ameaças que eles enfrentam. Existem diversas formas de uma empresa ser afetada por uma ameaça virtual, seja por uma criptografia de dados, ataques de rede, programas que roubam senha, etc.

É importante ressaltar que essas ameaças se modificam diariamente na tentativa de burlar os sistemas de defesa, ficando ainda mais evidente a necessidade de se adotar recursos preventivos de alta qualidade.

A seguir, vamos ver as principais ameaças que atingem as corporações:

 

Malwares

Malware é a denominação para software malicioso, sendo qualquer parte de um programa que foi desenvolvido para causar danos ao computador. Existem diferentes classificações desse programa, como o famoso cavalo de Troia, spyware, worms, vírus, entre outros.

Os vírus são criados para infectar arquivos limpos e danificá-los, com a intensão de impedir o funcionamento de um sistema, tentando danificar funções vitais do computador. Geralmente, são arquivos executáveis que são abertos pelo usuário. Sendo assim, a principal função do antivírus é detectar esses arquivos e impedir que sejam abertos.

 

Ransomwares

Este é um tipo de malware e está sendo muito usado nos últimos anos por ser praticamente indetectável sem a presença de bons antivírus corporativos. Sua função é realizar um sequestro virtual, por meio de criptografia, de todos os dados importantes de uma máquina. Uma vez sequestrados, o criador do ransomware exige que seja pago um resgate para reaver as informações.

Na maioria das vezes, os dados nunca são reavidos, mesmo com o pagamento de resgate. Para se proteger dessas ameaças, a solução mais indicada, portanto, é fazer backups constantes. O caso mais famoso de ransomware dos últimos anos foi o WannaCry.

 

Ataques SSL

SSL é um certificado de segurança de dados que garante a comunicação protegida entre dois computadores. No entanto, esse certificado possui algumas falhas de segurança que são aproveitadas pelos criminosos.

Em primeiro lugar, eles interceptam a comunicação e simulam a autenticidade do certificado que está sendo usado na comunicação. Uma vez estabelecida a conexão falsa, eles a utilizam para roubar dados dos computadores e cometer outros crimes.

 

DDoS

DDoS é um ataque simples, porém, muito prejudicial para as empresas, pois ele sobrecarrega os servidores com requisições para que eles fiquem fora do ar. O principal alvo desses ataques são web sites, causando lentidão de serviços e insatisfação dos clientes que não conseguem navegar direito.

O antivírus corporativo age contra os ataques DDoS identificando as requisições e derrubando-as para que não mandem mais nada para os servidores. Ele atua como um monitor de atividades anormais que acontecem nos servidores.

 

Antivírus corporativo

O antivírus corporativo é uma versão robusta dos softwares de proteção residenciais. Essas ferramentas estão preparadas para lidar com grande volume de dados e diferentes formas de ataques, como mostramos no começo deste post. Ele possui uma série de vantagens que vamos mostrar a seguir.

 

Proteção centralizada

Em ambientes corporativos todos os computadores precisam estar protegidos igualmente. Os antivírus comuns funcionam individualmente em cada computador, enquanto os corporativos trabalham de forma centralizada, protegendo toda a rede. Isso é importante, por exemplo, nas atualizações que livram todos os dispositivos que estão conectados nessa rede das possíveis ameaças.

 

Facilidade de gestão

Como o sistema é centralizado, a sua gestão se torna muito mais fácil, ficando a cargo do gerente de TI administrar a utilização do antivírus. Isso remove essa função das estações de trabalho, permitindo um aumento de desempenho nos computadores como um todo.

A gestão simplificada permite a criação de regras gerais de proteção que valerão para todos os computadores da rede. Em sistemas individuais, por exemplo, as configurações teriam que ser feitas para cada dispositivo, aumentando o tempo e custo de manutenção.

 

Proteção contínua

Os antivírus comuns são pesados, atrapalham o uso dos computadores e, muitas vezes, é preciso deixar o computador ligado de noite para que a proteção seja executada.

Em contrapartida, os antivírus corporativos possuem execução descentralizada de ameaças e funcionam em segundo plano, permitindo que o computador seja usado enquanto as rotinas de proteção estão sendo executadas. Dessa forma, elas são feitas de maneira gradual e sem atrapalhar a vida do usuário.

 

Suporte técnico especializado

Por fim, mas não menos importante, há o suporte técnico especializado quando houver situações adversas. Se a rede for infectada, seja por descuido do usuário ou por uma falha de sistema, o suporte técnico garantirá que as melhores providências sejam tomadas.

O suporte conta com especialistas em segurança que estão acostumados a lidar com as mais diversas situações, sendo, também, responsável por ajudar nas rotinas de proteção e treinar o pessoal responsável pela gerência do antivírus corporativo.

 
Relatório do FBI sobre Fraudes por E-mail

 

Além do antivírus corporativo

Já sabemos que o uso do antivírus corporativo já é meio caminho andado para quem deseja proteção. No entanto, uma empresa que deseja se precaver totalmente das ameaças precisa ir além.

A internet é a principal porta de entrada para programas maliciosos, seja por meio de links suspeitos em sites impróprios ou e-mails enviados por criminosos. Portanto, para se proteger de ameaças virtuais, é preciso utilizar outras ferramentas complementares, como antispam e filtro web.

antispam corporativo é capaz de reter 99% dos e-mails maliciosos que chegam em uma empresa — sua taxa de precisão de mensagens eletrônicas impróprias removidas sem que cheguem ao usuário é de 99,9%. Ele também economiza as tarefas do antivírus, pois previne que a rede corporativa seja infectada.

O filtro web, ou secure web gateway, é responsável por fazer uma análise de sites e links maliciosos que podem ser clicados acidentalmente. Assim como o antispam, ele previne que a rede corporativa seja infectada impedindo que sites de má procedência sejam acessados.

Em conjunto com o antivírus, essas ferramentas formam uma tríplice de defesa que deixa as empresas praticamente imunes aos ataques cibernéticos. Afinal, em se tratando disso, a prevenção ainda é o melhor remédio.

Curtiu nosso post sobre antivírus corporativo? Então, não deixe de conferir os principais riscos de segurança da informação para ficar mais ligado no assunto. Até a próxima!